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sexta-feira, 5 de outubro de 2012
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
REFLEXÕES SOBRE A EUTANÁSIA
PORQUE MATAR NOSSOS CÃES NÃO
RESOLVE – ACORDA BRASIL!!!
Depois de alguns anos de prática
na clínica de pequenos animais, foi-se desenvolvendo em mim uma crescente
inquietude acerca deste tema. Sempre achei necessário ter uma posição, uma
atitude coerente e sobretudo honesta frente a esta situação onde tantas vezes
me vi envolvido. Em muitas destas vezes, o resultado mecanicamente escolhido
estava de acordo com os "usos e costumes" social e profissionalmente
aceitos. Passaram-se uns tantos anos: acumulei experiência, observei com
cuidado e atenção, incorporei informação e atualmente creio poder expressar uma
opinião. Antes de tudo, devemos esclarecer o significado da palavra eutanásia,
com o propósito de que todos saibam a que nos referimos quando a mencionamos.
Pessoalmente acho que é empregada de forma incorreta uma vez que, segundo sua
etimologia, significa "boa morte" ou "bem morrer" e o
dicionário a define como "morte sem sofrimento". Raramente aquele que
a pratica se detém para pensar se está provocando algum tipo de sofrimento em
sua vítima. Recordemos, como exemplo, o tristemente difundido uso de
miorrelaxantes que, simplesmente, matam por asfixia. Vou tratar apenas da
situação limite que ocorre na relação entre paciente, proprietário e médico
veterinário, na prática diária da clínica de pequenos animais, excluindo aqui
todas as outras circunstâncias, razões e meios pelos quais chega-se a decidir
que um ou vários animais devem morrer. A análise das motivações culturais,
sociais, sanitárias e econômicas implica em um conhecimento técnico amplo e
profundo de cada um desses campos e não me parece prudente tratá-los
superficialmente. De todo modo, qualquer que seja o ponto de partida, a meta é
a reivindicação de um princípio ético fundamental: o respeito pela vida em
todas as suas formas. Da mencionada relação entre paciente, proprietário e
médico veterinário, tentarei analisar, primeiro, as diversas atitudes de dois
de seus membros. Deste modo, sigo o costume estabelecido em nosso meio:
prescindir da opinião do terceiro. Deixarei para o final a observação da
situação e a atitude deste terceiro personagem que é, obviamente, o paciente. É
imprescindível que o médico veterinário e o proprietário coincidam em sentido
afirmativo para que o fato aconteça.
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
sexta-feira, 27 de julho de 2012
Todos temos que saber!
O Brasil disse não à Leishamaniose: O Cão Não É o Vilão!
(Proanima.org.br)
[PROANIMA] - O Brasil disse: Não à Leishmaniose, o Cão Não é o Vilão
No último domingo, dia 20 de maio, centenas de defensores dos animais em
todo o país foram às ruas conscientizar a população e clamar por uma
nova política pública de combate à Leishmaniose Visceral Canina no
movimento "Diga Não à Leishmaniose, o Cão não é o vilão!"
http://www.ocaonaoeovilaodiganaoaleishmaniose.blogspot.com.br/. Nosso
movimento defende:
- O fim do extermínio de animais supostamente doentes pelo governo.
- O direito ao tratamento de animais com LVC, acompanhado por clínico
veterinário, com as devidas precauções para que o animal não faça parte
do ciclo de transmissão da doença
- Políticas públicas de vacinação , encoleiramento com repelentes e
controle populacional de animais domésticos
- Políticas de controle ambiental eficaz. contra a doença.
- O apoio ao PL 1738 , de Geraldo Rezende, que prevê vacinação e direito
de tratamento para cães.
Em Brasília, a ProAnima organizou o evento, em parceria com voluntários
dos grupos BSB Animal, SVPI e Abrigo Augusto. A todos os que nos
ajudaram, nosso muito obrigado, de coração!
Nossa movimentação começou na quinta, 17 de maio, com uma palestra na
Universidade de Brasília com o Dr Paulo Tabanez, fundador do BrasiLeish,
Grupo de Estudos sobre Leishmaniose Animal
(http://www.brasileish.com.br/conteudo/home.php) . Na palestra, os
voluntários puderam se atualizar sobre os avanços na compreensão sobre a
Leishmaniose Visceral Canina.
No domingo, os voluntários estiveram em pontos estratégicos da cidade
(Lago Norte, Lago Sul e região do Grande Colorado) para a
conscientização da população. Cerca de 2 mil cartilhas e panfletos da
ProAnima e da WSPA sobre a Leishmaniose Visceral Canina foram
distribuídos. A receptividade da população foi ótima, com muitas pessoas
parando para tirar dúvidas, partilhar suas experiências e prestar
solidariedade à causa.
Nossas atividades seguem durante o ano, com a distribuição de cartilhas
ténicas da BrasilLeish/ WSPA a todas as clínicas veterinárias do DF, e
um seminário técnico para clínicos com especialistas sobre o tema, a ser
realizado em agosto.
A situação de Brasília deixa claro que a matança de animais que
supostamente têm a doença não tem impedido a sua disseminação entre os
animais da cidade e do páis. Sabemos que a saúde pública só é bem
sucedida com a colaboração e consicentização da população. Mas o que
vemos? Enquanto milhares de cães são mortos e abandonados, o vetor da
doença, o flebótomo, não é combatido, e medidas factíveis e realistas
da prevenção não são sugeridas. Muitos repõem os cães mortos com outros,
filhotes, mais sucetívieis à doença. Boa parte da população ignora que
existem outros hospedeiros, como gambás, ratos, e mesmo gatos, e acham
que a doença não está mais por perto ao verem a eliminação dos cães.
Pessoas com vínculo forte com seus animais e que lutam por sua vida são
colocadas numa situação de constrangimento moral. A cidade segue
crescendo de modo desordenado, e poucos fazem a conexão entre a
derrubada de Cerrado e a mudança do ciclo silvestre para o ciclo urbano
da doença. Tapa-se o sol da desnutrição, falta de diagnóstico e
tratamento de humanos com a peneira da matança de animais. O resultado? A
doença segue se alastrando.
Quer ajudar?
Divulgue informações adequadas. Visite nosso site:
http://www.proanima.org.br/ouca-a-voz-dos-animais/animais-de-companhia/saude/leishmaniose
e
outros
http://www.brasileish.com.br/conteudo/home.php
http://www.ocaonaoeovilaodiganaoaleishmaniose.blogspot.com.br/
Assine o abaixo assinado pela aprovação do PL que muda a política
pública de combate à Leishmaniose
http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2011N15026
Faça uma contribuição em qualquer valor para viabilizar nossos custos
com a campanha.
Precisamos do seu apoio para o nosso trabalho!
Assoc Prot dos Animais do DF
Banco do Brasil
Agência: 3603-X
Conta corrente: 23383-8
CNPJ: 05.992.115/0001-2
http://www.proanima.org.br/quer-dar-uma-forca/contribuicoes-em-dinheiro
Lembre-se:
- A Leishmaniose Visceral Canina é infecciosa, mas não CONTAGIOSA.
Ninguem pega a doença no contato com outros animais seres infectados.
- O Cão NÃO transmite a doença! É um inseto ( popularmente chamado de
mosquito palha) que faz a transmissão, e é ele que deve ser combatido.
- O cão NÃO é o único hospedeiro, é apenas o mais perseguido e vitimado.
Seres humanos, gatos, gambás, ratos, dentre outros, também se infectam
com a Leishmania.
- O exame sorológico NÃO é seguro como forma de diagnóstico!
- Um animal que tenha o parasita não desenvolve necessariamente a
doença.
- Há vacinas contra a Leishmaniose eficazes e aprovadas para o uso.
- Prevenir com coleiras e produtos repelentes também é fundamental.
Aquele abraço,
A equipe da ProAnima
Se não conseguir ver esta mensagem, clique aqui
ProAnima | Associação Protetora dos Animais do Distrito Federal
Associação sem fins lucrativos
Sede: SHCN CL 214 - Bloco C - Loja 56 - Subsolo - Asa Norte - Brasília -
DF - CEP 70.873-530
Telefone: (61) 3032-3583 - Deixe seu recado e retornaremos assim que
possível.
E-Mail : proanima@proanima.org.br | Site: www.proanima.org.br
Se não quiser mais receber e-mails da Proanima, clique aqui ou mande um
e-maisexta-feira, 22 de junho de 2012
sexta-feira, 16 de março de 2012
sexta-feira, 2 de março de 2012
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Com cauda ou sem cauda?
Os filhotes de Leona já foram vendidos mas continuam em casa porque com o corte da cauda, estão bem "chateados". Eu sou contra esse tipo de procedimento, não é um rabo cortado que vai influir no meu amor pelo animal, aliás quem gosta de cães, ou qualquer outro animal, não importa a aparência, ama de qualquer jeito, sem condições e recebe em dobro, pode apostar.
Mas voltando ao assunto e a quem interessar possa (fiz baners para colocar na loja - "Tenho cauda deixa ela abanar!") procurei artigos que declinassem sobre o assunto.
Comum a muitas raças, a prática de cortar caudas é uma tradição.
Criadores há muito tempo desenvolve seus planteis com a prática da amputação da cauda nas raças onde esta prática se aplica. Entretanto, não fosse a estética preconizada pelo padrão oficial, não haveria, nos dias de hoje, nenhuma outra razão para a perpetuação da amputação de caudas em raças como o Dobermann, Rottweiler, Boxer, Schnauzer, Yorkshire, Poodle, Cocker Spaniel, entre diversas outras menos conhecidas e populares.
Toda raça foi desenvolvida para algum tipo de auxílio ao trabalho do homem. Eram cães que ajudavam o homem em minas de carvão, na caça, na guarda, ou mesmo para diversão destes em esportes como rinha entre animais. A fim de evitar que o cão tivesse sua cauda mutilada no desempenho deste trabalho, estes homens, nos primórdios, optaram por amputar as caudas para proteção de seus animais.
Ao longo dos tempos, e com a urbanização dos homens e seus cães, a utilidade de se cortar as caudas destes cães de trabalho perdera todo o seu caráter de proteção e passou a contribuir para a estética física dos cães, lhes conferindo aspecto de nobreza e beleza exótica.
A mutilação pelo trabalho, tornou-se cada vez mais distante e pouco provável de acontecer, exceção feita às rinhas entre cães, que embora atualmente proibida em muitos países, são praticadas na clandestinidade, infelizmente.
Protecionistas resolveram defender a proposta de não mais se cortarem caudas e orelhas. Primeiro vieram os alemães, onde grupos endinheirados financiaram a proibição da amputação de orelhas e somente conseguiram a aprovação dos políticos em 1998.
Logo, estenderam a campanha para o corte de caudas e disseminaram a proposta de não mais se amputar caudas e orelhas por toda a Europa, sendo a Suécia, o primeiro país em adotar a proibição e logo em seguida a Suiça, Dinamarca, Finlândia, Noruega, República Tcheca e Holanda.
Curiosamente, a maior cinofilia do mundo, a Inlgesa, não acatou a decisão e os cães nascidos ingleses continuam tendo suas caudas e orelhas amputadas. A FCI – Federação Cinológica Internacional estendeu a decisão de não cortar caudas e orelhas para seus 79 países membros e no Brasil, esta prática já se faz presente em clubes especializados como a APRO – Associação Paulista do Rottweiler.
É um novo desafio para os criadores encontrar a melhor condição de porte de cauda e adaptar a harmonia do conjunto estrutural do cão a dinâmica da cauda.
É importante salientar que esta iniciativa partiu de grupos protecionistas e não dos criadores, onde a manutenção de caudas amputadas é defendida por vários clubes de raças.
Do ponto de vista de dor e risco, há quem diga que na idade que se amputa a cauda de um filhote, a partir do 3º dia de vida e até o 8º dia no máximo, não há grandes síndromes dolorosas para o animal, até mesmo porque o tempo de cirurgia não dura mais que trinta segundos e não existe praticamente perda de sangue e muitas vezes não se usa nem anestesia. O ideal é que o filhote, quanto mais novo estiver, mais precocemente seja amputada a cauda.
"Após o 8º e 9º dia a cauda íntegra já interfere no equilíbrio do filhote. É quando o filhote já utiliza sua cauda para ajudá-lo a movimentar-se, servindo como extensão de seu meridiano de gravidade e contrapeso para ensaiar os primeiros passos sobre as quatro patas. A partir desta idade, o filhote também sente mais dor ao corte pela condição da cauda estar bem mais grossa, irrigada e com um certo desenvolvimento ósseo articular.
De certo é que este procedimento cirúrgico é puramente estético nos dias de hoje e dispensável se ao remodelar-se os padrões de beleza, optar-se para as raças com caudas íntegras."
Marcello Alonso
Criador de cães pelo Canil Lord Manske, Cinófilo, Juíz de Raças, Educador e Comportamentalista Canino.
Mas voltando ao assunto e a quem interessar possa (fiz baners para colocar na loja - "Tenho cauda deixa ela abanar!") procurei artigos que declinassem sobre o assunto.
O CORTE DE CAUDASpor Marcello Alonso
| foto: Canil Lord Manske |
Criadores há muito tempo desenvolve seus planteis com a prática da amputação da cauda nas raças onde esta prática se aplica. Entretanto, não fosse a estética preconizada pelo padrão oficial, não haveria, nos dias de hoje, nenhuma outra razão para a perpetuação da amputação de caudas em raças como o Dobermann, Rottweiler, Boxer, Schnauzer, Yorkshire, Poodle, Cocker Spaniel, entre diversas outras menos conhecidas e populares.
Toda raça foi desenvolvida para algum tipo de auxílio ao trabalho do homem. Eram cães que ajudavam o homem em minas de carvão, na caça, na guarda, ou mesmo para diversão destes em esportes como rinha entre animais. A fim de evitar que o cão tivesse sua cauda mutilada no desempenho deste trabalho, estes homens, nos primórdios, optaram por amputar as caudas para proteção de seus animais.
Ao longo dos tempos, e com a urbanização dos homens e seus cães, a utilidade de se cortar as caudas destes cães de trabalho perdera todo o seu caráter de proteção e passou a contribuir para a estética física dos cães, lhes conferindo aspecto de nobreza e beleza exótica.
A mutilação pelo trabalho, tornou-se cada vez mais distante e pouco provável de acontecer, exceção feita às rinhas entre cães, que embora atualmente proibida em muitos países, são praticadas na clandestinidade, infelizmente.
Protecionistas resolveram defender a proposta de não mais se cortarem caudas e orelhas. Primeiro vieram os alemães, onde grupos endinheirados financiaram a proibição da amputação de orelhas e somente conseguiram a aprovação dos políticos em 1998.
Logo, estenderam a campanha para o corte de caudas e disseminaram a proposta de não mais se amputar caudas e orelhas por toda a Europa, sendo a Suécia, o primeiro país em adotar a proibição e logo em seguida a Suiça, Dinamarca, Finlândia, Noruega, República Tcheca e Holanda.
Curiosamente, a maior cinofilia do mundo, a Inlgesa, não acatou a decisão e os cães nascidos ingleses continuam tendo suas caudas e orelhas amputadas. A FCI – Federação Cinológica Internacional estendeu a decisão de não cortar caudas e orelhas para seus 79 países membros e no Brasil, esta prática já se faz presente em clubes especializados como a APRO – Associação Paulista do Rottweiler.
É um novo desafio para os criadores encontrar a melhor condição de porte de cauda e adaptar a harmonia do conjunto estrutural do cão a dinâmica da cauda.
É importante salientar que esta iniciativa partiu de grupos protecionistas e não dos criadores, onde a manutenção de caudas amputadas é defendida por vários clubes de raças.
Do ponto de vista de dor e risco, há quem diga que na idade que se amputa a cauda de um filhote, a partir do 3º dia de vida e até o 8º dia no máximo, não há grandes síndromes dolorosas para o animal, até mesmo porque o tempo de cirurgia não dura mais que trinta segundos e não existe praticamente perda de sangue e muitas vezes não se usa nem anestesia. O ideal é que o filhote, quanto mais novo estiver, mais precocemente seja amputada a cauda.
"Após o 8º e 9º dia a cauda íntegra já interfere no equilíbrio do filhote. É quando o filhote já utiliza sua cauda para ajudá-lo a movimentar-se, servindo como extensão de seu meridiano de gravidade e contrapeso para ensaiar os primeiros passos sobre as quatro patas. A partir desta idade, o filhote também sente mais dor ao corte pela condição da cauda estar bem mais grossa, irrigada e com um certo desenvolvimento ósseo articular.
De certo é que este procedimento cirúrgico é puramente estético nos dias de hoje e dispensável se ao remodelar-se os padrões de beleza, optar-se para as raças com caudas íntegras."
Marcello Alonso
Criador de cães pelo Canil Lord Manske, Cinófilo, Juíz de Raças, Educador e Comportamentalista Canino.
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
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