terça-feira, 21 de agosto de 2012

Vacinose - Essa, você precisa saber!


Vacinose? O que é?

O post de hoje será um artigo da Dra. Becker sobre as ocorrências pós-vacinas e que eu, particularmente, acredito que todo proprietário de animal pode e deve  ser informado.

Você já ouviu falar em reações à vacina que levou a morte algum animal?
Vaccinosis” não é uma doença aguda, é uma reacção negativa imediata, cujos efeitos, vão s de leves (como letargia, sintomas de gripe, etc) a grave (como choque anafilático), estão claramente ligados a uma vacinação recente.  Esses eventos são  amplamente reconhecidos pela comunidade tradicional veterinária, mas  infelizmente, estas reacções são consideradas por veterinários tradicionais como aberrações ocasionais de um processo basicamente seguro.


O que faz as vacinas serem nocivas  aos animais de estimação?


Vacinose é um problema que apenas os veterinários holísticos parecem dispostos a reconhecer. É uma reação do corpo do animal de estimação às vacinas que foram injetados repetidamente. São reações crónicas, não só para o vírus vivo modificado contido na vacina, mas também para os produtos químicos, adjuvantes e outros componentes de linhas de tecidos de células de cultura -, bem como possíveis mudanças genéticas - que podem ser induzidas por vacinas.

Dr. Richard Pitcairn define assim: "Vacinose é para ser entendida como a perturbação da força vital através da vacinação, o que resulta em alterações mental, emocional, e uma mudança física que pode, em alguns casos, ser uma condição permanente." De acordo com Dr. Pitcairn, vacinas que são destinadas a proteger animais contra doenças agudas naturais realmente criam condições crônicas com características da doença, que deveria prevenir.
Esta transformação ocorre no laboratório, onde os vírus são naturalmente modificados, a fim de fabricar vacinas. Quando o vírus natural desencadearia uma resposta do sistema imunitário forte, o vírus modificado no laboratorio, não provoca a esperada reação do sistema imunitário do animal. Em vez disso, ele cria uma doença crônica. A entrega de uma vacina é também muito diferente de como uma doença natural se desenvolve no corpo de um animal.
As vacinas contêm um certo número de substâncias tóxicas, incluindo vírus, bactérias mutantes, irritantes imunes, proteínas estranhas  e, conservantes químicos. Todas estas toxinas são liberadas através de injecção directamente no sangue e da linfa, contornando a linha habitual, antes de defesas da pele, das mucosas, saliva, e assim por diante. Então não é só o vírus na vacina natural, do jeito que entra no corpo de um animal de estimação. Quando você olha para a situação a partir dessa perspectiva, é fácil ver como reações imunológicas anormais são desencadeadas por vacinas.

A força e o equilíbrio do sistema imunológico de cada animal é diferente, por isso não há como prever o quanto é perigoso  seu animal de estimação ser exposto ao vírus modificado contido em qualquer vacina dada ou muitos ingredientes tóxicos que ela contém. É por isso que incentivamos os donos de animais que evitem todas as vacinas desnecessárias e re-vacinações. É também por isso que não se deve vacinar o animal por qualquer doença.

Reações vacinais  em animais de estimação

Os sintomas de reações mais comuns da vacina incluem letargia, perda de pelo, mudança de cor na pelagem no local da injeção, febre, dor, rigidez, falta de apetite, conjuntivite, espirros e úlceras orais. Reações mais graves podem causar imunossupressão, alterações de comportamento, vitiligo, perda de peso, produção de leite reduzida em fêmeas em lactação, claudicação, granulomas e abscessos, bem como urticária, inchaço facial, hipersensibilidade alérgica, doenças respiratórias, alérgicas e uveíte.

Reações muito graves incluem sarcomas no local da injeção (que é um tipo de câncer), anafilaxia, artrite auto-imune, poliartrite, osteodistrofia hipertrófica, anemia hemolítica auto-imune, trombocitopenia imunomediada, tiroidite, glomerulonefrite, miocardite, encefalite pós-vacinal ou polineurite, convulsões, aborto , anomalias congênitas, morte fetal ou embrionária e infertilidade.

Recomendação Dra. Becker

“Desde a introdução de vacinas do cão e do gato, a visão tradicional de seu uso tem sido a de que são seguras e podem realmente ser dadas com freqüência uma vez ou duas vezes por ano. Esta abordagem, tragicamente, tem causado uma tremenda quantidade de sofrimento de milhões de animais de estimação. Como a verdade sobre os perigos da vacina emerge lentamente, até mesmo organizações tradicionais de veterinários e profissionais estão reconhecendo que as vacinas não são tão benignas e, que a expressão "melhor prevenir do que remediar" não é, necessariamente, a mais correta.

Minhas recomendações para vacinar o seu animal de estimação podem ser encontradas em vídeos, artigos e entrevistas aqui no site http://healthypets.mercola.com/. Mais importante, eu não recomendo nenhuma re-vacinação em todos os intervalos prescritos para qualquer animal de estimação. Se você acredita que seu animal de estimação pode estar sofrendo dos efeitos negativos da supervacinação, recomendo fortemente que você procure um veterinário homeopata ou holístico para criar um programa de desintoxicação de vacina para ajudar o corpo a se recuperar de Vaccinosis.”

Comverse francamente com o seu veterinário, leia e pesquise o tema, você vai encontrar muitas fontes confiáveis para tratar do seu animal como ele merece.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

REFLEXÕES SOBRE A EUTANÁSIA




PORQUE MATAR NOSSOS CÃES NÃO RESOLVE – ACORDA BRASIL!!!
Depois de alguns anos de prática na clínica de pequenos animais, foi-se desenvolvendo em mim uma crescente inquietude acerca deste tema. Sempre achei necessário ter uma posição, uma atitude coerente e sobretudo honesta frente a esta situação onde tantas vezes me vi envolvido. Em muitas destas vezes, o resultado mecanicamente escolhido estava de acordo com os "usos e costumes" social e profissionalmente aceitos. Passaram-se uns tantos anos: acumulei experiência, observei com cuidado e atenção, incorporei informação e atualmente creio poder expressar uma opinião. Antes de tudo, devemos esclarecer o significado da palavra eutanásia, com o propósito de que todos saibam a que nos referimos quando a mencionamos. Pessoalmente acho que é empregada de forma incorreta uma vez que, segundo sua etimologia, significa "boa morte" ou "bem morrer" e o dicionário a define como "morte sem sofrimento". Raramente aquele que a pratica se detém para pensar se está provocando algum tipo de sofrimento em sua vítima. Recordemos, como exemplo, o tristemente difundido uso de miorrelaxantes que, simplesmente, matam por asfixia. Vou tratar apenas da situação limite que ocorre na relação entre paciente, proprietário e médico veterinário, na prática diária da clínica de pequenos animais, excluindo aqui todas as outras circunstâncias, razões e meios pelos quais chega-se a decidir que um ou vários animais devem morrer. A análise das motivações culturais, sociais, sanitárias e econômicas implica em um conhecimento técnico amplo e profundo de cada um desses campos e não me parece prudente tratá-los superficialmente. De todo modo, qualquer que seja o ponto de partida, a meta é a reivindicação de um princípio ético fundamental: o respeito pela vida em todas as suas formas. Da mencionada relação entre paciente, proprietário e médico veterinário, tentarei analisar, primeiro, as diversas atitudes de dois de seus membros. Deste modo, sigo o costume estabelecido em nosso meio: prescindir da opinião do terceiro. Deixarei para o final a observação da situação e a atitude deste terceiro personagem que é, obviamente, o paciente. É imprescindível que o médico veterinário e o proprietário coincidam em sentido afirmativo para que o fato aconteça.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Você tem cuidado das orelhas do seu cão?

Mesmo um cão precisa ter  sua saúde monitorada regularmente, então não perca tempo, aliás, aproveite seu tempo e dê uma examinada nas orelhas do seu amigo mais fiel. 
Todas as vezes que visito a minha cunhada, dou uma olhadela nos cães dela (são 3) e, um deles, está sempre sacudindo a cabeça como se algo o incomodasse muito. Ela me relatou que ele tem problemas com os ouvidos e que de vez em quando, precisa tomar alguns remédios e proceder limpeza no veterinário. Então, o post de hoje é sobre orelhas caninas e a sua saúde.  


A própria anatomia das orelhas de um cão já é propícia ao aparecimento de parasitas, bactérias e fungos, que ali se escondem e prosperam. Por isso, a limpeza é muito impotante para não deixar ambientes, digamos assim..., atraentes para moradores indesejáveis. As infecções são, em dua imensa maioria decorrentes de sujeiras nas curvas das orelhas.  Os cães com  orelhas caídas (cocker spaniel, basset hounds e poodles), são mais propensos a essas infecções.

Limpeza regular

Pergunte ao pet shop onde o seu cãozinho toma banho se eles verificam regularmente essa parte da anatomia canin, mas, é conveniente que você mesmo(a), verifique de tempos em tempos, para impedir acúmulo de sujeiras e pelos, pois alguns cães produzem cera em demasia. 
  • Se as orelhas internas do seu cão estiverem sujas, limpe-os com uma bola de algodão umedecido com óleo mineral, peróxido de hidrogênio ou uma solução formulada especificamente para esta finalidade. A pele do interior da orelha é delicada, então peça ao seu veterinário para demonstrar o método adequado para a limpeza de orelhas do seu cão.
  • Não limpe as orelhas do seu cão tão frequentemente ou profundamente para não causar irritação e nem utilize  instrumentos pontiagudos e nem tão pouco aprofunde em demasia a limpeza.
  • Se o seu cão tem muitos pelos no canal auditivo , você ou seu tosador pode ter que retirá-los de vez em quando evitando com isso, emaranhados que juntem sujeiras. Mas sempre escute o seu veterinário.

Água pode entrar durante o banho

Se você não tiver cuidado, os banhos e a natação podem levar a irritação e infecção. Para impedir que isto aconteça, coloque algodão nas orelhas do seu cão antes de banhos e não se esqueça de secar suas orelhas tão completamente quanto você pode, depois de todos as atividades na água.
Se seu cão for propenso a infecções de ouvido, é bom utilizar  uma solução própria para ajudar na secagem  fazendo evaporar toda a água lá dentro. Essas soluções para lavagens de ouvido, geralmente contêm hamamélis e, estão disponíveis em melhores lojas de animais de estimação.

Quando o pior acontece

Chame o  seu veterinário! Se você notar algum dos seguintes sintomas:
  • Sacudir as orelhas
  • Mau cheiro
  • Vermelhidão
  • Inchaço
  • Pele descamada
  • Perda de pêlo
Lembre-se também que a cera marrom ou preta indicam  presença de   ácaros na orelha . Somente o seu veterinário pode dizer com certeza, então por favor não deixe de levar seu cão ao médico veterinário.

sábado, 11 de agosto de 2012

Uma receita para Bolinha

Pelo título vocês já imaginam; realmente Bolinha está sem apetite e tá magrinho, uma coia que vem me preocupando. Apesar de tudo isso, ele se encontra alegre e feliz, tenho apenas uma suspeita - ele quer muito passear! Durante esses últimos dias, nem aqui no meu cantinho, eu pude escrever (algo que adoro!), porque minha filha está de mudança e os preparativos nos deixaram muito ocupadas. Mas, para compensar a minha ausência tanto no blog como para meu querido Bolinha, criei uma receitinha de dar água na boca de qualquer canino, você quer a fórmula (interr.), ela tá aqui, quentinha e gostosa para seu amigo peludo saborear!


Supreme Dog de Cenoura

3 cenouras grandes cozidas e amassadas.
1 clara de ovo bem areada
1 gema
1 colher sopa de azeite
1 xic de carne moída (cozida com 1 xic de cha de água)
1 colher café de sal.

Misture a cenoura com a gema de ôvo e o azeite - mexa delicadamente.
Acrescente a carne moída. acrescente o sal. Junte, por último, a clara em neve. Misture delicadamente. Unte uma forma pequena (como para muffins), coloque a mistura e leve ao forno pre-aquecido a 180 graus. Deixe por 10 minutos no máximo. Deixe esfriar. Desforme e sirva. Aposto, que o seu canino, vai adorar assim como Bolinha, que "papou" tudo!

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Raiva Canina - VACINAR É URGENTE!

Alô Agosto!

Sempre quando esse mês vem se aproximando, já se torna meio indesejado - aquela velha estória - "Agosto, mês do desgosto, do cachorro louco,", mas não deveriamos pensar assim, afinal em agosto, temos o Dia dos Pais e muitas outras comemorações, isso é mito.


Mas é o mês no qual acontece a campanha de vacinação contra uma perigosa doença -  a RAIVA - e ela MATA!
Quando criança, um grande amigo se foi vítima dessa horrível doença - meu lindo cão KING - meu rei por toda vida. Não deixem que outros grandes amigos caninos felinos ou humanos se percam com uma doença que pode ser evitada. VACINAR É PRECISO!
Peguei alguns trechos de um artigo do wspabrasil.org e caninablog para esclarecimentos. Vacine seu cão, a Raiva não tem cura.



CONFIRA abaixo a entrevista que o diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care, Marcelo Quinzani, deu sobre a raiva em cães e ajude a transformar  agosto no mês do cachorro saudável:

"Brasil tem situações díspares em relação ao controle da raiva canina", afirma veterinário Quinzani
CANINABLOG: Quais são os principais sintomas da raiva?
Marcelo Quinzani: A raiva é uma poliencefalite viral grave, invariavelmente fatal, que acomete animais de sangue quente inclusive o homem. Seu vírus dissemina-se no sistema nervoso central, causando encefalite, febre, alterações de comportamento, excitação, convulsões, dificuldade de deglutição (daí a salivação excessiva nos cães) paralisia, coma e morte.
CANINABLOG: Existe tratamento ou cura para a doença?
Marcelo Quinzani: Até o momento não existe tratamento para a doença, levando todo animal acometido à morte. Se desenvolver os sintomas da doença o animal deve ser eutanasiado e coletado material biológico para envio ao laboratório para a possível identificação do vírus. Todas as pessoas que tiveram contato com esse animal suspeito devem procurar orientação junto ao Instituto Pasteur.
CANINABLOG: A vacinação é obrigatória no Brasil?
Marcelo Quinzani: Todos os animais domésticos (cães e gatos) devem ser vacinados a partir  de três meses de idade (dose única) e depois com reforços anuais segundo a Legislação Brasileira. Os animais, para receber a vacina (qualquer vacina), devem estar saudáveis e livres de qualquer sintoma clínico patológico. Deve se evitar a vacinação em fêmeas grávidas."

A Raiva pode ser 100% prevenida com medidas simples. Existem atualmente vacinas muito eficientes que previnem a raiva em pessoas e animais. Os cuidados indispensáveis para que você também possa ajudar a eliminar a raiva são:
 
Se for ferido por cães, gatos ou animais silvestres, mesmo que o ferimento seja pequeno, lave imediatamente a área afetada com sabão e água corrente por 10 minutos e procure imediatamente o posto de saúde mais próximo de sua residência, para avaliação médica e se necessário o inicio do tratamento pós-exposição (soro e vacina antirrábica)

Vacine o seu cão e o seu gato no 4º mês de vida (primovacinação) e repita-a anualmente.Tenha sempre a carteira de vacinação anotada e atualizada em mãos.

Identifique seu animal com plaqueta e microchip, e cadastre-o nos órgãos competentes de sua cidade. Caso ele venha a se perder, será mais fácil encontrá-lo e identificar seu estado imunitário.

Esterilize seu animal antes que ele atinja a maturidade sexual, contribuindo assim para o controle humanitário das populações de cães e gatos, evitando ninhadas indesejadas e o excesso populacional que contribui para a disseminação das zoonoses. Animais castrados também apresentam menor probabilidade de fugir de casa e brigar com outros animais.

Não deixe o seu cão e o seu gato solto nas ruas, sempre passeie com coleira e guia, evitando que eles se exponham a brigas que possam trazer risco de infecção pelo vírus da Raiva.

Supervisione e eduque as crianças para evitar que sejam mordidas por cães. Explique os sinais comportamentais caninos e felinos e sociabilize crianças e animais para que não haja problemas futuros.

Não crie animais silvestres em domicílio e não alimente-os, evitando assim o contato com animais que possam estar infectados.

Evite tocar ou incomodar animais desconhecidos com comportamento estranho, feridos, doentes, ou que estejam presos a cordas ou coleiras. Se precisar resgatar um animal nestas condições procure orientação do médico veterinário e tome medidas de precaução para não ser mordido.

Não incomode animais que estejam comendo, bebendo, dormindo ou fêmeas que estejam com seus filhotes.

Tome muito cuidado e evite ao máximo separar animais que estejam brigando.

Não entre em grutas e nem toque em morcegos (vivos ou mortos). Ao se deparar com um morcego caído no chão durante o dia, não tente pegá-lo. Entre em contato imediatamente com o Centro de Zoonose de sua cidade para que façam a captura.

Profissionais com alto risco de exposição ao vírus da Raiva, como os médicos veterinários, tratadores de animais silvestres, técnicos de laboratório e de serviço antirrábico devem receber profilaxia através da vacina de Raiva para uso humano.
Fonte: Ministério da Saúde – www.portal.saude.gov.br
Então? Avise a todos! A RAIVA MATA!
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